segunda-feira, 22 de junho de 2009

Diogo Gomes dos Santos

Diogo Gomes dos Santos, é antes de tudo um sertanejo, nasceu, em Bom Jesus da Mata, distrito de Brotas de Macaúbas, Ba, região do polígono da seca. Dos 2 aos 12 anos viveu num lugarejo chamado “Pripiri”, o lugar que cresceu tanto que chegou a ter 8 casas/familias. Foi registrado com 12 anos, quando a família mudou para a cidade, Ibotirama. Lá aos 14, entrou para escola, quando calçou seu primeiro calçado fechado, um Conga, azul, porque antes, “pracata” (alpercatas) já usava. Em Ibotirama, junto com a meninada brincava na rua e no Rio, o Velho Chico. Freqüentar cinema e trocar revistas em quadrinhos, eram coisas que não faziam sua cabeça. Gostava mesmo era de ouvir as leituras de Cordel, que seu primo Gilberto, fazia para os seus irmãos. Ouvindo aquelas histórias, hoje lembra que, um filme que rondava seu imaginário.



No início dos anos 70, em São Paulo, depois de acompanhar a novela “Irmãos Coragem”, passou a gostar de cinema. Como o personagem da novela, seu pai era garimpeiro. O Cineclube começou a fazer parte da sua vida, quando praticava capoeira e ajudou a criar o Cineclube Capitães D’Areia, em 1976, em fevereiro do ano seguinte participou da Jornada Nacional de Cineclubes, em Campina Grande na Paraíba.



Em 1982 filmou em Super 8mm sua viagem “clandestina” a Cuba. A partir de 1985, no Cineclube Bixiga, ministrou a primeira Oficina de Vídeo Produção. A partir de então, filmou em Super, 16 e 35 mm e gravou em quase todas os formatos. Criou 4 Núcleos de Estudos, Produção e Difusão de Cinema e Vídeo. Presidiu a Federação Paulista e o Conselho Nacional de Cineclubes; editou o jornal Tablóide Imagemovimento. Atualmente preside o Centro Cineclubista de São Paulo e edita a revista CineclubeBrasil, tem mais de 30 filmes e vídeos realizados, coordena o Circuito Popular de Cinema, presta Assessoria de Cinema e Vídeo, para várias instituições públicas e privadas.

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